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Juros, Taxa Selic e mais: como fazer um financiamento de imóvel sem surpresas

Juros, entrada, Selic – são muitos fatores quando pensamos em como fazer um financiamento de imóvel. Desvende todos eles no texto de hoje!

O primeiro imóvel traz consigo uma série de sonhos. É quase impossível visitar o decorado e não se imaginar decorando o apartamento com o seu gosto, deixando o lugar com a sua cara. Mas, quase sempre imediatamente a essa grande expectativa, outra surge no lugar: afinal, como fazer um financiamento de imóvel?

Como fazer um financiamento de imóvel? A gente te explica!

É muito esperado que muitas pessoas fiquem receosas ou até mesmo levemente perdidas quando o assunto é o como fazer um financiamento de imóvel.

Afinal, são uma série de detalhes a serem levados em consideração: juros, seguros, garantias e muitos outros elementos podem ser decisivos na hora de assinar os papéis e finalmente conquistar o imóvel próprio.

Por isso, nós reunimos aqui os principais pontos que irão afetar, em maior ou menor grau, as taxas para comprar um apartamento, e explicamos tudo para que você possa levar o processo de financiamento com mais tranquilidade. Segue com a gente.

 

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Taxa de Juros do financiamento

Das taxas para comprar um apartamento, o juros é a mais famosa delas. De fato, muita coisa influencia em sua composição, como veremos até mesmo nos próximos itens.

De modo geral, a taxa de juros do financiamento pode ser concebida em três formas:

Taxa Nominal – É a taxa de juros propriamente dita. Não sofre variações e é fixada por um ano.

Taxa Real – Quando a Taxa de Juros Nominal sofre reajuste, então estamos falando da Taxa Real.

Taxa Efetiva – A Taxa Efetiva é a conversão da Taxa Nominal no caso de capitalização. Isso significa que o valor a ser recebido será maior do que na Taxa Nominal.

Cada banco possui taxas que acabam influenciando no valor final do juros. É a forma que eles encontram de lucrar com a operação, evitando prejuízos por conta da inflação. Assim, é importante ficar de olho nessa variação de banco a banco.

Taxa Selic

A Taxa Selic não é cobrada no seu financiamento, mas possui efeitos indiretos no valor final da taxa de juros para comprar um financiamento. 

Isso porque ela é nada menos do que o referencial básico para o cálculo de todo o juros aplicado no mercado financeiro do país.

A conta é simples. Uma Taxa Selic alta pode resultar em juros mais altos no financiamento. Como isso afasta compradores, esse movimento tende a desvalorizar o setor, fazendo com que os preços dos imóveis caiam. 

O inverso, portanto, é válido: uma taxa Selic em queda normalmente faz os juros caírem, atraindo compradores, o que valoriza o mercado.

 

LEIA MAIS: Como a Taxa Selic influencia no financiamento imobiliário

 

Valor da entrada

Outra grande questão que está atrelada à dúvida de como fazer um financiamento de imóvel de primeira viagem é o valor da entrada. 

Ele influencia diretamente no seu financiamento, também por motivos simples: quanto maior a entrada, menor o valor a ser financiado. 

Isso ajuda a diminuir os ‘riscos’ encarados pelas instituições financeiras, diminui a quantidade e o valor das parcelas. Com isso, você paga menos juros.

Via de regra, os bancos pedem que a entrada seja equivalente entre 10% e 20% do valor total do imóvel. É inegável, porém, que quanto maior esse montante, melhor no longo prazo.

Tempo de financiamento

Seguindo a mesma linha do valor da entrada, o tempo em que se deseja financiar também afeta diretamente o financiamento de um imóvel. Quanto menor o tempo, maior a parcela, e menor o juros.

É bem importante, então, que você tenha tudo na ponta do lápis. Será mesmo que compensa adicionar mais 10 anos ao financiamento, pagando parcelas menores que, no final do processo, renderão juros maiores? 

A diferença entre o valor apenas do juros em financiamentos de 20, 25 e 30 anos pode chegar a até R$200 mil – então, vale a pena checar todas as possibilidades.

Idade

A idade é outro fator que pode influenciar diretamente nas taxas para comprar um apartamento. Isso porque ela está atrelada ao valor do seguro que está incluso na parcela.

No caso, estamos falando do Seguro por Morte ou Invalidez Permanente (MIP) e do Danos Físicos ao Imóvel (DFI). Em linhas gerais, quanto mais jovem o comprador, menores as chances dos seguros serem ativados, pelo menos na teoria. Assim, menor suas taxas. 

Um comprador acima dos 50 anos, por exemplo, pode acabar tendo sua parcela do financiamento aumentada em até 50%. Em média, as corretoras reajustam essas taxas de 5 em 5 anos – ou de 10 em 10.

Os números podem assustar, mas nada que um bom planejamento financeiro não resolva. E se programar para o financiamento não é tão complexo quanto parece. Quer saber mais sobre como se organizar financeiramente? Então CLIQUE AQUI.

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